| Taxa média geométrica de crescimento anual (%) da população residente, por ano, segundo regiõesBrasil, 1980/1991, 1991/2000 e 2001/2005 |
| Região |
1980/1991 |
1991/2000 |
2001/2005 |
| Brasil |
1,93 |
1,64 |
1,67 |
| Norte |
3,85 |
2,86 |
2,64 |
| Nordeste |
1,83 |
1,31 |
1,36 |
| Sudeste |
1,77 |
1,62 |
1,66 |
| Sul |
1,38 |
1,43 |
1,46 |
| Centro-Oeste |
3,01 |
2,39 |
2,31 |
Fonte: IBGE: Censo Demográfico 1980, 1991 e 2000 e Estimativas Demográficas 2001 e 2005.
Entre os períodos de 1980/91 e 1991/2000, houve declínio expressivo das taxas anuais de crescimento populacional, determinado principalmente pela redução da fecundidade. Na região Sul a taxa de crescimento no período 1991/2000 foi maior que a da década anterior, possivelmente pela diminuição da emigração ou retorno dos migrantes para as áreas de expansão da fronteira agrícola, ocorrida principalmente na década de 1970.
No período de 2001 a 2005, houve um pequeno aumento na taxa de crescimento no Brasil e nas regiões Nordeste, Sudeste e Sul, enquanto que nas regiões Centro-Oeste e Norte houve um declínio na mesma.
As regiões Norte e Centro-Oeste apresentam os valores mais elevados nos três períodos, refletindo atividades de expansão econômica, atrativas de influxos migratórios. A região Nordeste mostra a menor taxa de crescimento desde a década de 1990 até o final do período considerado, mesmo apresentando ainda níveis de fecundidade elevados, o que se deve principalmente à emigração para outras regiões do país.